O G.R.C., Grande Revolução Científica, é um projeto que visa mostrar a importância da Física Moderna, Quântica ou Radioatividade que de tão pouco divulgadas causam arrepios quando citadas aos mais leigos. Entre nesse mundo, aprenda e se puder contribuir com algo, deixe seu comentário ou nos mande um e-mail: projetogrc@gmail.com.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Simulador de Tempo Relativístico

Um grande colaborador de assuntos relacionados à ciência e, em especial, à Física, o professor Guilherme Erwin Hartung (guilhermeeh@ig.com.br) trouxe para o blog uma construção em animação, que mostra a simulação do tempo em situações relativísticas bem interessantes.
A sua análise é muito importante. Comente!

Teoria Eletromagnética x Éter Luminoso

Os cientistas Albert Michelson e Edward Morley formularam a primeira prova forte contra a teoria de um éter luminífero e comprovaram que a luz não precisa de um meio para se propagar, ou seja, no ar, nos líquidos, nos sólidos ou até mesmo no vácuo, a luz se propaga.

Mas o que foi o ‘éter luminífero’?

O éter foi criado por cientistas do final do século XIX. Nessa época, acreditava-se que a luz seria uma onda mecânica igual às ondas sonoras. O surgimento deste meio material foi criado para representar o espaço que há entre o Sol e a Terra no Universo, pois deste modo, os raios solares entrariam na atmosfera terrestre para exercer suas funções, então, o éter foi criado para representar todos os meios materiais em um só.

O mais contraditório da experiência de Michelson e Morley é que eles queriam comprovar a existência do éter, já que outro cientista – James Clerk Maxwell – postulou que a luz é, sim, uma onda, mas eletromagnética e não mecânica, ou seja, que a ideia do meio material hipotético, que vibraria permitindo a propagação da luz, não existiria. Maxwell descobriu isso quando levantou a hipótese de que a luz era originada por dois campos – o elétrico e o magnético -, e que, assim, poderia se propagar no vácuo. A partir daí, surgiram várias contradições. Existia um grupo que defendia o éter e outro acreditava na teoria e equações de Maxwell.

Michelson e Morley faziam parte da parcela dos cientistas que acreditavam na ideia da existência do éter. Então, para discordarem das ideias de Maxwell, propuseram uma nova experiência. Esta foi realizada por Michelson e Morley, que acabaram por comprovar a inexistência do éter luminífero e que a velocidade da luz era 300.000 km/s – o que já era comprovado por Maxwell. Para qualquer meio de propagação, a velocidade da luz é constante, ou seja, não tem referencial privilegiado.

Então, a oposição que se tinha entre os cientistas que defendiam a teoria eletromagnética da luz, proposta por Maxwell e os que defendiam o éter luminoso, acabou como vitorioso a teoria de que a luz é, sim, uma onda, mas não precisa de um meio para se propagar. E esta teoria também atacou a regra de soma e subtração das velocidades e muitas outras. Até que em 1905,o mundo conheceu a nova teoria da relatividade proposta por Albert Einstein.


Yuri Oliveira – Turma 3ª E
Fundação Bradesco – RJ

domingo, 19 de abril de 2009

Sobre o nome

Como curiosidade, desenvolve-se uma argumentação segundo a qual impulsos emotivos conduziram Einstein até a denominação teoria da relatividade. Ele chama a atenção para o fato de que o escritor contemporâneo preferido de Einstein era Thorstein Veblen, que tinha uma teoria sobre o relativismo histórico. Uma assertiva originada nos trabalhos de Marx, e usada por Veblen, estabelece que as leis econômicas não são universalmente verdadeiras, mas são relativas a determinado sistema social. Para reforçar parcialmente o ponto de vista de Feuer, é interessante observar que em artigo comemorativo ao septuagésimo aniversário de Einstein, Sommerfeld (Shilpp, p. 99-105) destaca a má escolha do nome teoria da relatividade, chamando a atenção para o fato de que no primeiro trabalho de Einstein, "Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento", o conceito central é a independência das leis naturais do ponto de vista do observador, e não a percepção relativa de comprimento e duração. Em 1928, o próprio Einstein reconheceu que "princípio da covariância" teria sido uma denominação mais apropriada que "teoria da relatividade". Teriam o ambiente sócio-cultural e o zeitgeist da sua geração o influenciado nesse sentido? Feuer tenta convencer-nos que sim. O caráter emocional do termo "relatividade" foi tão forte a ponto de justificar a denominação, ainda mais artificial, de "teoria da relatividade geral", ao invés de "teoria da gravitação".


Retirado do http://www.if.ufrgs.br/einstein/ . Muito bom site, ótimas informações com conteúdo de linguagem simples. Para mais informações, vale a pena dar uma conferida.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Einstein e a Relatividade

O que é a Teoria da Relatividade? Muitas pessoas não sabem o que postula essa teoria! Agora, se perguntarmos quem foi Albert Einstein, todos saberão, mas poucos vão citar, de fato, a teoria por ele proposta, que várias mudanças provocou no mundo da Física, causando grande impacto.

Einstein foi realmente o "cara" da Física. Ele trouxe novos ramos para esta ciência: Mecância Quântica e a Teoria da Relatividade. Propôs que poderíamos viajar para o futuro e passado. Já pensou? Seria fascinante! Imaginou que, se chegarmos próximo à velocidade da luz, que é altíssima (300.000 Km/s), a massa aumenta, o tempo atrasa e o nosso tamanho diminui. Pensando nisso, vêm aquelas perguntas: Ele era maluco? De outro mundo? Foi graças a Einstein e a muitos outros cientistas que podemos compreender as "coisas estranhas" que ocorrem em nosso planeta. Einstein teve grande importância no estudo do efeito fotoelétrico. Tal efeito é, basicamente, quando as partículas da luz são absorvidas por alguns materiais (o cabo elétrico que contém no circuito elétrico de sua casa) e isso pode ocorrer nos satélites, onde as células solares usam este efeito para transformar a luz solar em eletricidade.

Com esses estudos do efeito fotoelétrico, Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física, em 1921. Mas por que ele não ganhara o Prêmio Nobel de Física com os estudos da Teoria da Relatividade? Esses estudos não são tão engenhosos e impactantes como o efeito fotoelétrico? Na verdade, surgiu uma suspeita que a entrega "errada" - não que ele não seja merecedor deste prêmio - do prêmio seria a pressão que cientistas antissemitas fizeram, já que Einstein era defensor dos Judeus.

Einstein é lembrado até hoje, pois postulou uma realidade jamais conhecida ou datada. Já se sabe hoje que a ideia de que a massa aumenta com velocidades altíssimas é verídica, pois é o que acontece com as partículas - prótons, neutrons e elétrons - quando inseridas em aceleradores de partículas.

Einstein nunca será esquecido pela grande importância que deixou no mundo da física, seus postulados são seguidos até hoje e fundamentais para a ciência.


Yuri, aluno da 3ªE.
Quer ver sua redação sobre o assunto aqui também? Alguma correção? Mande para nosso e-mail! projetogrc@gmail.com.