F r a s e s
Ótimo, eis aqui uma colaboração da professora Márcia Gonçalves. Ela recebeu por e-mail e repassou para o nosso projeto:
Coletânea de frases
Tamanho do arquivo: 2,2mb.
Formato: Apresentação do Power Point (é necessário ter o Microsoft Office Power Point instalado ou programa similar para visualização).
Download: O arquivo está hospedado no 4shared, para baixa-lo clique em "Download now", aguarde os segundos e aperte no link "Click Here to download this file".
Autor do trabalho: desconhecido.
Uma coletânea de frases de Einstein muito legais (sério :D):
“Existem apenas duas coisas infinitas - o Universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao Universo.”
“Não se preocupe muito com as suas dificuldades em Matemática, posso assegurar-lhe que as minhas são ainda maiores.” Agora posso morrer feliz, nééé.
Complementando com um pouco mais sobre o assunto, eis um link interessante que achei:
Arquivos de Einstein
Um site com scans de documentos escritos por Einstein (Relatividade Geral, E=m.c² etc). Bem legal. Pena que está em inglês, mas se você tiver a curiosidade de ao menos saber como era a letra dele, não custa nada dar uma olhada. =D
D o c u m e n t á r i o s
Perdida pelos caminhos do Google (?), achei documentários que provavelmente vão salvar meu trabalho e resolvi compartilhar com vocês:
History Channel - Albert Einstein
Este programa é um especial de duas horas no qual será narrada a história da assombrosa vida pessoal e profissional de Albert Einstein de uma forma única: enquadrada entre os dois eclipses solares que ocorreram em 1914 e em 1919. Embora o trabalho mais importante de Albert Einstein tenha sido realizado em 1905, quando concebeu as suas teorias da relatividade e da relatividade especial, teriam que passar catorze anos antes dos seus princípios nada convencionais poderem ser demonstrados. Até então, Albert Einstein esteve exposto ao ridículo e ao desafio e sofreu toda uma série de dificuldades para conseguir um trabalho prestigiante. Então, em 1911, Albert Einstein encontrou um modo de demonstrar as suas teorias. Se tivesse razão, então algo assombroso ocorreria durante um eclipse solar: os raios solares curvar-se-iam em volta da lua e pareceria que as estrelas tinham saltado para uma posição diferente.
Download
Formato: dividido em partes, necessário baixar todas numa mesma pasta e descompactar ao mesmo tempo com o winrar.
Tamanho: 100mb por parte
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BBC -The Science Channel - A Sinfonia Inacabada de Einstein
No marco do aniversário de 100 anos da Teoria da Relatividade de Einstein e o descobrimento da equação E=mc ao quadrado, este especial mescla drama e documentário para nos contar a história de como Einstein passou os últimos anos de sua vida tentando produzir uma teoria que desabonaria muitos de seus trabalhos anteriores. Foi uma luta que durou até o dia de sua morte. Veremos o conflito entre o Einstein racional, científico e objetivo, contra o Einstein sonhador, que acreditava que um dia encontraria a forma de ler a mente de Deus.
Download
Formato: wmv (window media video)
Tamanho: 83mb.
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Fonte: www.viciadosemlivros.com.br
Por enquanto é só, qualquer dúvida, colaboração ou observação nos contate pelos comentários ou via e-mail.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Einstein e suas contribuições
Einstein é popularmente conhecido como o pai da teoria da relatividade, mas recebeu o Prêmio Nobel especialmente pela descoberta da lei do efeito fotoelétrico, fato pouco conhecido pelo grande público. Além dessas duas áreas de conhecimento, Einstein tem contribuições importantes em várias outras áreas da física. Seu primeiro artigo científico foi publicado em 1901, na Annalen der Physik, sobre as "conseqüências do efeito da capilaridade", um problema de termodinâmica. Continua nessa linha de trabalho até 1905, publicando dois artigos em 1902, um em 1903 e outro em 1904, todos na Annalen der Physik. Depois vêm os magníficos trabalhos de 1905, para muitos, o annus mirabilis da sua vida científica
A partir de 1905 Einstein inicia uma frenética produtividade, com uma média superior a 5 artigos por ano. Esta média diminuiu consideravelmente depois que ele ganhou o Prêmio Nobel, em 1921. Depois dos trabalhos publicados no annus mirabilis, sua contribuição mais importante apareceu num artigo de revisão (1907) intitulado: "Über das Relativitätsprinzip und die aus demselben gezogenen Folgerungen" ("Sobre o princípio da relatividade e as conclusões tiradas dele"). Neste artigo ele introduz as primeiras idéias sobre a teoria da relatividade geral, cuja versão na forma que hoje a conhecemos só foi aparecer em 1915, na seqüência de vários artigos publicados ao longo de oito anos.
O respeito adquirido pela importância da sua produção intelectual transformaram-no, em menos de cinco anos, de jovem marginalizado pela intelligentsia, em scholar disputado para proferir conferências em eventos de prestígio e para trabalhar em renomados centros de pesquisa. Em 1909 recebe o primeiro doutoramento honoris causa, pela Universidade de Genebra (nos anos seguintes Einstein recebeu dezenas de honrarias semelhantes). Neste mesmo ano é nomeado Professor Assistente na Universidade de Zurique. Em 1911 o imperador Francis Joseph assina um decreto nomeando Einstein Professor Catedrático na Universidade Karl-Ferdinand, em Praga. Em 1912 transfere-se para a ETH. Em 1913, aos 34 anos, Einstein recebe, talvez, sua primeira grande consagração. Planck visita-o em Zurique para fazer um convite irrecusável: ser membro da Real Academia de Ciências da Prússia, e diretor do departamento de pesquisa do Instituto Kaiser Wilhelm em Berlim. Logo depois, em 1916, publica o artigo "Grundlage der allgemeinen Relativitätstheorie" (Fundamentos da teoria da relatividade geral), e em 1921 ganha o Prêmio Nobel de física. Depois da relatividade geral Einstein investe numa área de trabalho sem grande sucesso. Trata-se da sua teoria do campo unificado, uma síntese da gravitação, do eletromagnetismo e da teoria quântica, cujo primeiro trabalho ("Beweis für die Nichtexistenz eines überall regulären zentrisch symmetrischen Feldes natch der Feldtheorie von Kaluza" - Prova da não existência de um campo central simétrico universalmente regular de acordo com a teoria de campo de Kaluza) foi realizado com J. Grommer e publicado em 1923 na Scripta Mathematica et Physica, da Universidade de Jerusalém. Decepcionado com os seguidos insucessos ele escreve, em 1954, ao amigo Michele Besso: "Admito como perfeitamente possível que a física pode não estar fundamentada na noção de campo, isto é, em elementos contínuos. Então não restará nada da minha obra - incluindo a teoria da gravitação -, e também praticamente nada da física moderna" (Speziali, p.307).
Um mês antes da sua morte escreveu: "Parece duvidoso que uma teoria de campos possa explicar a estrutura atomística da matéria e a radiação, bem como os fenômenos quânticos. Muitos físicos responderão com um convicto não porque crêem que o problema quântico foi resolvido, em princípio, por outros meios. Todavia, aconteça o que acontecer, resta-nos o consolador ensinamento de Lessing: a aspiração à verdade é mais preciosa do que sua posse garantida." (Pais, 1995, p.556).
Retirado do http://www.if.ufrgs.br/einstein/ . Muito bom site, ótimas informações com conteúdo de linguagem simples. Para mais informações, vale a pena dar uma conferida.
A partir de 1905 Einstein inicia uma frenética produtividade, com uma média superior a 5 artigos por ano. Esta média diminuiu consideravelmente depois que ele ganhou o Prêmio Nobel, em 1921. Depois dos trabalhos publicados no annus mirabilis, sua contribuição mais importante apareceu num artigo de revisão (1907) intitulado: "Über das Relativitätsprinzip und die aus demselben gezogenen Folgerungen" ("Sobre o princípio da relatividade e as conclusões tiradas dele"). Neste artigo ele introduz as primeiras idéias sobre a teoria da relatividade geral, cuja versão na forma que hoje a conhecemos só foi aparecer em 1915, na seqüência de vários artigos publicados ao longo de oito anos.
O respeito adquirido pela importância da sua produção intelectual transformaram-no, em menos de cinco anos, de jovem marginalizado pela intelligentsia, em scholar disputado para proferir conferências em eventos de prestígio e para trabalhar em renomados centros de pesquisa. Em 1909 recebe o primeiro doutoramento honoris causa, pela Universidade de Genebra (nos anos seguintes Einstein recebeu dezenas de honrarias semelhantes). Neste mesmo ano é nomeado Professor Assistente na Universidade de Zurique. Em 1911 o imperador Francis Joseph assina um decreto nomeando Einstein Professor Catedrático na Universidade Karl-Ferdinand, em Praga. Em 1912 transfere-se para a ETH. Em 1913, aos 34 anos, Einstein recebe, talvez, sua primeira grande consagração. Planck visita-o em Zurique para fazer um convite irrecusável: ser membro da Real Academia de Ciências da Prússia, e diretor do departamento de pesquisa do Instituto Kaiser Wilhelm em Berlim. Logo depois, em 1916, publica o artigo "Grundlage der allgemeinen Relativitätstheorie" (Fundamentos da teoria da relatividade geral), e em 1921 ganha o Prêmio Nobel de física.
Retirado do http://www.if.ufrgs.br/einstein/ . Muito bom site, ótimas informações com conteúdo de linguagem simples. Para mais informações, vale a pena dar uma conferida.
Albert Einstein Biografia
Do nascimento em Ulm (14/03/1879), pequena cidade ao sul da Alemanha, à juventude em Zurique, Einstein, para usar um dito popular, comeu o pão que o diabo amassou. Entre mudanças de cidades e falências das empresas do seu pai, Einstein enfrentou o autoritarismo da escola alemã e os preconceitos raciais tão intensos naquela época. Logo cedo demonstrou aptidão para atividades individuais. Ao invés de jogos infantis no jardim, com as outras crianças, preferia construir, sozinho, complicadas estruturas com cubos de madeira e grandes castelos de cartas de baralho, alguns com catorze andares. Aos sete anos ele demonstrou o teorema de Pitágoras, para surpresa do seu tio Jakob, que poucos dias antes lhe ensinara os fundamentos da geometria.
Mas, se para a matemática e para as ciências naturais ele era mais do que bem dotado, porque possuidor de grande intuição e habilidade lógica, para as disciplinas que exigiam capacidade de memória era um fracasso! Geografia, história, francês e, particularmente, o grego constituíam obstáculos quase intransponíveis; decorar conjugações de verbos era para ele um horror! Enfim, no conjunto das suas habilidades infantis, nada deixava transparecer o gênio que viria a ser; seus familiares acreditavam até que ele poderia ter algum tipo de dislexia.
Em conseqüência das suas dificuldades para memorizações ele se desinteressa pelas aulas que exigem tais habilidades, provocando violentas reações dos seus professores. Tanto, que certo dia o diretor da escola, coincidentemente o professor de grego, convoca-o para uma reunião e declara, entre outras coisas, que seu desinteresse pelo grego era uma falta de respeito pelo professor da disciplina, e que sua presença na classe era péssimo exemplo para os outros alunos. Encerrando a reunião, o professor disse que Einstein jamais chegaria a servir para alguma coisa (Fölsing, p. 28). A partir desses fatos, parece natural, à luz da psicanálise, o "esquecimento" que Einstein sempre demonstrou ter em relação à sua infância e à sua adolescência. Apenas três fatos desse período lhe são relevantes: as lições de violino que sua mãe lhe dava, as "aulas" de geometria do seu tio Jakob e a história da bússola. Certo dia, quando aos cinco anos se recuperava de uma enfermidade, Einstein ganhou do pai uma bússola de bolso que lhe causou profunda impressão, pois o ponteiro sempre apontava para o mesmo lugar, não importando a posição em que a bússola fosse colocada. Nas suas notas autobiográficas (Schilpp, p.9) ele descreve esta reação com a palavra alemã "wundern", que pode ser traduzido por "milagre". O mesmo tipo de sensação ele teve quando aos doze anos leu um livro de geometria, e imediatamente lembrou-se da demonstração do teorema de Pitágoras que fizera aos sete anos. Da sua época colegial ele costumava dizer que "os professores da escola primária pareciam sargentos, e os do ginásio pareciam tenentes" (Frank, p.11).
Aos quinze anos Einstein abandona o Gymnasium e parte para Milão, onde vivem seus pais. Um ano depois seu pai comunica que não pode mais lhe dar dinheiro, pois a fábrica estava, mais uma vez, à beira da falência. "É preciso que você arranje uma profissão qualquer, o mais rápido possível" (Levy, p.24), sentencia o senhor Hermann Einstein. Foi então que Albert decidiu fazer física, mas, não possuindo o diploma do Gymnasium, ele não podia entrar na universidade. Como alternativa ele poderia freqüentar um instituto técnico, e Einstein escolhe simplesmente o mais renomado da Europa central, a Escola Politécnica Federal (Eidgenössische Technische Hochschule), a ainda hoje famosa ETH, em Zurique (Suiça). Na primeira tentativa de ingresso ele é reprovado nas provas de botânica, zoologia e línguas modernas, mas seu excelente resultado em física chamou a atenção do diretor da escola, que lhe aconselha a freqüentar uma escola cantonal em Aarau, próxima a Zurique, a fim de obter o diploma dos estudos secundários, com o qual adquiriria o direito de freqüentar a ETH, ou a universidade.
Em 1895, aos dezesseis anos, Einstein estava mais do que feliz no ambiente livre e motivador da escola cantonal, e se preocupava com um problema que nem ele, nem seu professor sabiam resolver: queria saber qual o aspecto que teria uma onda luminosa para alguém que a observasse viajando com a mesma velocidade que ela!! Este problema voltaria tempos depois, quando Einstein formulou sua teoria da relatividade.
Retirado do http://www.if.ufrgs.br/einstein/ . Muito bom site, ótimas informações com conteúdo de linguagem simples. Para mais informações, vale a pena dar uma conferida.
Mas, se para a matemática e para as ciências naturais ele era mais do que bem dotado, porque possuidor de grande intuição e habilidade lógica, para as disciplinas que exigiam capacidade de memória era um fracasso! Geografia, história, francês e, particularmente, o grego constituíam obstáculos quase intransponíveis; decorar conjugações de verbos era para ele um horror! Enfim, no conjunto das suas habilidades infantis, nada deixava transparecer o gênio que viria a ser; seus familiares acreditavam até que ele poderia ter algum tipo de dislexia.
Em conseqüência das suas dificuldades para memorizações ele se desinteressa pelas aulas que exigem tais habilidades, provocando violentas reações dos seus professores. Tanto, que certo dia o diretor da escola, coincidentemente o professor de grego, convoca-o para uma reunião e declara, entre outras coisas, que seu desinteresse pelo grego era uma falta de respeito pelo professor da disciplina, e que sua presença na classe era péssimo exemplo para os outros alunos. Encerrando a reunião, o professor disse que Einstein jamais chegaria a servir para alguma coisa (Fölsing, p. 28). A partir desses fatos, parece natural, à luz da psicanálise, o "esquecimento" que Einstein sempre demonstrou ter em relação à sua infância e à sua adolescência. Apenas três fatos desse período lhe são relevantes: as lições de violino que sua mãe lhe dava, as "aulas" de geometria do seu tio Jakob e a história da bússola. Certo dia, quando aos cinco anos se recuperava de uma enfermidade, Einstein ganhou do pai uma bússola de bolso que lhe causou profunda impressão, pois o ponteiro sempre apontava para o mesmo lugar, não importando a posição em que a bússola fosse colocada. Nas suas notas autobiográficas (Schilpp, p.9) ele descreve esta reação com a palavra alemã "wundern", que pode ser traduzido por "milagre". O mesmo tipo de sensação ele teve quando aos doze anos leu um livro de geometria, e imediatamente lembrou-se da demonstração do teorema de Pitágoras que fizera aos sete anos. Da sua época colegial ele costumava dizer que "os professores da escola primária pareciam sargentos, e os do ginásio pareciam tenentes" (Frank, p.11).
Aos quinze anos Einstein abandona o Gymnasium e parte para Milão, onde vivem seus pais. Um ano depois seu pai comunica que não pode mais lhe dar dinheiro, pois a fábrica estava, mais uma vez, à beira da falência. "É preciso que você arranje uma profissão qualquer, o mais rápido possível" (Levy, p.24), sentencia o senhor Hermann Einstein. Foi então que Albert decidiu fazer física, mas, não possuindo o diploma do Gymnasium, ele não podia entrar na universidade. Como alternativa ele poderia freqüentar um instituto técnico, e Einstein escolhe simplesmente o mais renomado da Europa central, a Escola Politécnica Federal (Eidgenössische Technische Hochschule), a ainda hoje famosa ETH, em Zurique (Suiça). Na primeira tentativa de ingresso ele é reprovado nas provas de botânica, zoologia e línguas modernas, mas seu excelente resultado em física chamou a atenção do diretor da escola, que lhe aconselha a freqüentar uma escola cantonal em Aarau, próxima a Zurique, a fim de obter o diploma dos estudos secundários, com o qual adquiriria o direito de freqüentar a ETH, ou a universidade.
Em 1895, aos dezesseis anos, Einstein estava mais do que feliz no ambiente livre e motivador da escola cantonal, e se preocupava com um problema que nem ele, nem seu professor sabiam resolver: queria saber qual o aspecto que teria uma onda luminosa para alguém que a observasse viajando com a mesma velocidade que ela!! Este problema voltaria tempos depois, quando Einstein formulou sua teoria da relatividade.
Retirado do http://www.if.ufrgs.br/einstein/ . Muito bom site, ótimas informações com conteúdo de linguagem simples. Para mais informações, vale a pena dar uma conferida.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Einstein e a Relatividade
O que é a Teoria da Relatividade? Muitas pessoas não sabem o que postula essa teoria! Agora, se perguntarmos quem foi Albert Einstein, todos saberão, mas poucos vão citar, de fato, a teoria por ele proposta, que várias mudanças provocou no mundo da Física, causando grande impacto.
Einstein foi realmente o "cara" da Física. Ele trouxe novos ramos para esta ciência: Mecância Quântica e a Teoria da Relatividade. Propôs que poderíamos viajar para o futuro e passado. Já pensou? Seria fascinante! Imaginou que, se chegarmos próximo à velocidade da luz, que é altíssima (300.000 Km/s), a massa aumenta, o tempo atrasa e o nosso tamanho diminui. Pensando nisso, vêm aquelas perguntas: Ele era maluco? De outro mundo? Foi graças a Einstein e a muitos outros cientistas que podemos compreender as "coisas estranhas" que ocorrem em nosso planeta. Einstein teve grande importância no estudo do efeito fotoelétrico. Tal efeito é, basicamente, quando as partículas da luz são absorvidas por alguns materiais (o cabo elétrico que contém no circuito elétrico de sua casa) e isso pode ocorrer nos satélites, onde as células solares usam este efeito para transformar a luz solar em eletricidade.
Com esses estudos do efeito fotoelétrico, Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física, em 1921. Mas por que ele não ganhara o Prêmio Nobel de Física com os estudos da Teoria da Relatividade? Esses estudos não são tão engenhosos e impactantes como o efeito fotoelétrico? Na verdade, surgiu uma suspeita que a entrega "errada" - não que ele não seja merecedor deste prêmio - do prêmio seria a pressão que cientistas antissemitas fizeram, já que Einstein era defensor dos Judeus.
Einstein é lembrado até hoje, pois postulou uma realidade jamais conhecida ou datada. Já se sabe hoje que a ideia de que a massa aumenta com velocidades altíssimas é verídica, pois é o que acontece com as partículas - prótons, neutrons e elétrons - quando inseridas em aceleradores de partículas.
Einstein nunca será esquecido pela grande importância que deixou no mundo da física, seus postulados são seguidos até hoje e fundamentais para a ciência.
Yuri, aluno da 3ªE.
Quer ver sua redação sobre o assunto aqui também? Alguma correção? Mande para nosso e-mail! projetogrc@gmail.com.
Einstein foi realmente o "cara" da Física. Ele trouxe novos ramos para esta ciência: Mecância Quântica e a Teoria da Relatividade. Propôs que poderíamos viajar para o futuro e passado. Já pensou? Seria fascinante! Imaginou que, se chegarmos próximo à velocidade da luz, que é altíssima (300.000 Km/s), a massa aumenta, o tempo atrasa e o nosso tamanho diminui. Pensando nisso, vêm aquelas perguntas: Ele era maluco? De outro mundo? Foi graças a Einstein e a muitos outros cientistas que podemos compreender as "coisas estranhas" que ocorrem em nosso planeta. Einstein teve grande importância no estudo do efeito fotoelétrico. Tal efeito é, basicamente, quando as partículas da luz são absorvidas por alguns materiais (o cabo elétrico que contém no circuito elétrico de sua casa) e isso pode ocorrer nos satélites, onde as células solares usam este efeito para transformar a luz solar em eletricidade.
Com esses estudos do efeito fotoelétrico, Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física, em 1921. Mas por que ele não ganhara o Prêmio Nobel de Física com os estudos da Teoria da Relatividade? Esses estudos não são tão engenhosos e impactantes como o efeito fotoelétrico? Na verdade, surgiu uma suspeita que a entrega "errada" - não que ele não seja merecedor deste prêmio - do prêmio seria a pressão que cientistas antissemitas fizeram, já que Einstein era defensor dos Judeus.
Einstein é lembrado até hoje, pois postulou uma realidade jamais conhecida ou datada. Já se sabe hoje que a ideia de que a massa aumenta com velocidades altíssimas é verídica, pois é o que acontece com as partículas - prótons, neutrons e elétrons - quando inseridas em aceleradores de partículas.
Einstein nunca será esquecido pela grande importância que deixou no mundo da física, seus postulados são seguidos até hoje e fundamentais para a ciência.
Yuri, aluno da 3ªE.
Quer ver sua redação sobre o assunto aqui também? Alguma correção? Mande para nosso e-mail! projetogrc@gmail.com.
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